O luxo das piscinas modernas

Há pessoas apaixonadas por piscina, assim, não importa o clima, sempre é possível buscar a possibilidade de tomar um banho de piscina. Assim, as piscinas são instaladas em diversos lugares da casa, no banheiro, na sala, no quarto ou na varanda do apartamento.

É interessante observar a arquitetura dos prédios que se adaptam às piscinas e também a criatividade dos arquitetos e designer que projetam um ambiente com uma piscina, sendo que na maioria das vezes essa piscina é térmica.

A opção por uma piscina muitas vezes é também uma opção por saúde, devido aos benefícios que a natação proporciona. No entanto, tratando-se de decoração a piscina faz toda a diferença em uma casa, que além de ficar super sofisticada, fica divertida e agradável para diversos encontros.

Selecionamos alguns modelos de ambientes decorados com piscina para você se inspirar, confira abaixo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Pontto Lavabo

Como decorar o quarto do bebê

Como decorar o quarto do bebê? devo pintar de rosa? devo pintar de azul ? dúvidas cruéis na hora de decorar um quarto de bebê, a primeira e melhor dica é não se desesperar!
A segunda dica em relação a cor é sempre preferir as cores unissex, amarelo clarinho, branco com tons de verde, até mesmo um azul bem básico.
1- Organização: Aqui temos que pensar muito em organização, no quarto do bebê devemos pensar que deve existir um lugar para se trocar as fraldas, para amamentar, para ninar o bebê e para ele dormir. a dica é uma boa poltrona perto de uma mesinha, e um bom lugar para trocar as fraldas.
2- Cores: voltando ao fator cores busque sempre usar cores opacas, sem muita força, as cores muito fortes podem incomodar a frágil visão do bebê, então nada de azul muito escuro ou amarelo muito claro aceso.
3 – Iluminação:  deve ser rigorosamente regulável,  luminárias para não deixar o bebê no completo escuro.
4 – Acessórios de decoração: A maioria das mães exageram querendo colocar brinquedos por toda parte para se misturar a decoração, isso em alguns casos pode até ficar bacana mas o problema é que muitos objetos acumulam poeira e isso pode prejudicar a saúde do bebê, então cuidado com essa dica.
5 – Funcionalidade: as coisas aqui precisam trabalhar, uma mesinha que sirva para trocar as fraldas e para dar banho é um bom exemplo de móvel funcional, para isso a criatividade é o limite, então basta inventar.

QUARTOS DE BEBÊ DECORADOS E PRONTOS

 

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Quarto pequeno de bebê na cor rosa
Quarto grande para bebê com temas nas paredes – fundo do mar
Quarto de bebê mediano com berço personalizado
Quarto de bebê masculino na cor azul, procure sempre harmonizar as cores !
Quarto de bebê feminino com berço personalizado
Quarto de bebê feminino na cor lilas
 
Quarto de bebê masculino com tema velho oeste e cama personalizada
Quarto de bebê masculino na cor azul bebê
Quarto de bebê simples na cor laranja e cinza
Quarto de bebê rosa
Quarto de bebê roxo
Quarto de bebê com suíte
 
Quarto de bebê grande azul para meninos
 
Quarto de bebê tematizado com bonecas
 

Quarto de bebê simples na cor branca e adesivos colados na paredes
 
Quarto de bebê simples seguindo tons de azul
Quarto de bebê feminino roxo

 

 

Fonte: Redecorando sua casa

Banheiros modernos para você se inspirar

Está buscando ideias para redecorar o seu banheiro? Quem sabe é uma casa nova e você vai construir um do zero? Se aquilo que é moderno é do seu agrado, a seleção de banheiros a seguir, que traz o trabalho de alguns gênios da arquitetura e decoração, é o tipo de inspiração que você precisa. E se você não pensa em reformar ou redecorar o seu banheiro, também é sempre legal admirar belos projetos.

Alguns banheiros são simplesmente lindos e outros trabalham conceitos que desafiam o status quo, como é o caso do banheiro com paredes transparentes, com vista para o jardim, de Steve Hermann.

 

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foto: Bandg Design

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foto: Griffin Enright Architects

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foto: chadbourne + doss architects

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foto: K2 Design

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foto: Marmol Radziner

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foto: Houzz

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foto: Philippe Starck

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foto: Andrew Roby

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foto: Pepecal Derindesign

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foto: Blender Architecture

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foto: via Design Rulz

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foto: via Design Rulz

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foto: Crystal Shafer Waye – Adeeni Design

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foto: Lean Arch

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foto: City Desk Studio

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foto: Steve Hermann

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foto: Houzz

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foto: Azuma Makoto

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foto: Houzz

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foto: via Design Rulz

Como puderam perceber, a banheira marcou presença em quase todos os banheiros acima. Em muitos casos ela é o ponto focal do banheiro. Assim, se está pensando em dar um toque de modernidade em seu banheiro, é provável que uma banheira tenha que estar em seus planos.

Além disso, o moderno e o clean andam de mãos dadas. Ou seja, se você colocar muitas informação no ambiente e amontoá-lo com coisas demais, é provável que a modernidade vá para o espaço. Perceba como nos banheiros acima há poucos elementos em cena. No entanto, cada elemento exerce papel fundamental na composição do ambiente. É o equilíbrio entre a discrição e o impacto de cada parte que traz qualidade e beleza a um ambiente moderno.

 

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Fonte: Limaonagua

Integração é a palavra de ordem

Casa em Joinville é uma aula de arquitetura

 

  (Foto: Chan)

Na faculdade de arquitetura, aprendem-se teorias e práticas de naturezas diversas, mas alguns conceitos são repetidos frequentemente no decorrer dos anos de estudo. Os bons projetos têm em comum algumas características, como o melhor posicionamento da construção no terreno, em relação aos aclives e declives e à iluminação natural, bem como as suas aberturas levam em conta não só a luz, mas também os ventos. Entretanto, apesar da repetição, nem todos os projetos do mundo real apresentam soluções bem-resolvidas que encarem todas as problemáticas apresentadas pela natureza de frente. Não é o caso desta grande casa joinvilense de 970 m², projetada pelos arquitetos do escritório Metroquadrado. Ela traz em si inúmeras pequenas lições àqueles que querem fazer boa arquitetura.

O chamado “partido” do projeto, ou seja, o seu desenho inicial, foi definido em função das características físicas do terreno, que, em parte, era plano e, noutro lado, apresenta um declive acentuado. Na parte horizontalizada, optou-se por locar o acesso da casa, tanto de pedestres quanto dos veículos – a garagem, por sua vez, está num nível semienterrado na parte debaixo, aproveitando o declive. A orientação da casa no lote foi pensada de modo a garantir a melhor insolação aos dormitórios. Foi uma escolha do trio de arquitetos que regeu a obra. Em termos de luz do sol, não há um cômodo que deva recebê-la em abundância obrigatoriamente. Em certos casos, opta-se por privilegiar as áreas comuns, noutros, a ala privada. Nesta casa, devido ao uso que os moradores dão aos quartos, a segunda opção se fez valer.

 

  (Foto: Chan)

 

“O que mais gostamos nesse projeto é a volumetria”, diz um dos seus criadores. “Os planos que surgiram com o recuo das esquadrias, a espessura das paredes e a adequação da casa no terreno contribuíram para um volume completamente integrado com o entorno, apesar da dimensão da residência”, explica. Um indício dessa integração é o bom uso das correntes de vento. Toda ventilação é cruzada. Na sala de estar, por exemplo, que é integrada com o espaço gourmet e o jantar, há dois grandes painéis de vidro, um voltado para o norte, e outro, para sul, que garantem a renovação do ar. No térreo, além das salas citadas, encontram-se a áreas de serviço e o escritório. Internamente, o destaque arquitetônico é a lareira reversível, que integra dois ambientes, funcionando tanto no estar quanto na varanda.

No andar superior, a distribuição dos ambientes é regida por uma passarela de circulação com mezaninos dos dois lados. Esta ponte liga a suíte principal aos demais dormitórios e à sala íntima. A separação do master bedroom visa dar privacidade ao casal. Os materiais escolhidos para os acabamentos transmitem acolhimento e aquecem a arquitetura contemporânea da casa. Predominam as cores escuras, como o marrom e o preto. Do lado de fora, há muito verde. O entorno é intensamente arborizado. O paisagismo foi feito pela firma Agrícola Boa Vista. Ao longo da varanda, há belos espelhos-d’água que compõem muito bem o cenário com o jardim. A piscina ocupa a parte mais inclinada do terreno. A palavra de ordem deste projeto é integração – seja dentro, entre os ambientes ou fora, entre a construção e a natureza.

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)
  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)
Fonte: Casa Vogue

Os 10 mandamentos do papel de parede

Conheça todos os truques para se dar bem com a solução de decoração mais querida do momento entre os arquitetos

 

Com a chegada de inúmeras variedades de papel de parede no mercado nacional é impossível não cair na tentação de querer redecorar pelo menos um cantinho da casa usando esse recurso. “O papel de parede é uma solução muito prática, rápida e versátil para decorar e transformar um elemento arquitetônico (as paredes) em destaque do design de interiores”, afirma o arquiteto Kiko Sobrino. Com papel de parede até mesmo no teto de seu ambiente na Mostra Black, o arquiteto Pedro Potaris vai além. “É uma ótima alternativa para dar novos ares à casa em uma única tarde, sem fazer sujeira”, diz ele, que indica o recurso até mesmo para revestir móveis.

Mas para que não haja problemas ou arrependimentos, é preciso seguir algumas regras básicas. Confira.

01

Antes de optar por um modelo, cole uma amostra na parede para testar. Escolha modelos que não briguem com o restante da decoração.

02

Não coloque o papel em paredes onduladas, esburacadas, com infiltrações ou pintura soltando. Arrume antes.

03

Escolha papéis vinílicos, de fácil manutenção, para áreas de grande circulação ou com crianças.

04

Contrate um colocador profissional caso opte por um papel mais elaborado. Cada modelo exige um tipo e uma quantidade diferente de cola.

05

Não molhe papéis de parede feitos com elementos naturais ou que sejam 100% papel .

06

Não instale o papel de parede próximo a fogões, lareiras ou outros locais onde haja risco de faíscas. Lembre que ele é inflamável.

07

Ouse nas combinações de texturas, estampas e elementos, bem como nas áreas escolhidas para decorar. Não limite-se às paredes do hall.

08

Conte sempre com perdas, principalmente em modelos estampados. Quanto maior o motivo, maior será a perda.

09

Fique atenta às emendas. Quanto menor a gramatura do papel, menor o risco delas aparecerem.

10

Caso as pontas comecem a descolar, não se desespere. Basta colá-las novamente com cola branca .

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Fonte: Delas Ig Decoração

Divisão de ambientes não precisa necessariamente ser feita com paredes

Uso de portas de correr, biombos e telas decorativas são algumas das opções disponíveis no mercado para compor divisórias, que estão cada vez mais modernas e inusitadas.

Espaços amplos pedem a inserção de recursos que possibilitem a criação de ambientes distintos. Para resolver essa questão, há várias alternativas, que conjugam funcionalidade e beleza. A escolha pela melhor opção depende do gosto de cada um, das funções do espaço e do orçamento disponível para o projeto. O designer de interiores Filipe Bastos confirma que há uma infinidade de opções para dividir ambientes sem precisar construir paredes. Para isso, ele diz que basta usar a criatividade. “Biombos, cordas de sisal, cabos de aço e até cordas de miçangas são exemplos que podem ser utilizados para criar uma divisão. A diferenciação de níveis no piso ou até a própria diferença de materiais também ajudam a criar uma ideia de separação de ambientes. Podemos criar, inclusive, uma parede viva, utilizando plantas”, conta.
Divisão de ambientes não precisa necessariamente ser feita com paredes. Uso de portas de correr, biombos e telas decorativas são algumas das opções disponíveis no mercado para compor divisórias, que estão cada vez mais modernas, inusitadas e criativas - (Eduardo Almeida/RA Studio) - undefined
A escolha do tipo de divisória a ser utilizada vai depender da proposta do projeto e do espaço. Assim, para saber em quais espaços e situações podem ser empregadas, é preciso analisar alguns fatores, segundo Bastos. “É necessário observar se o material se adequa ao ambiente. Para áreas externas, é preciso ter o cuidado de selecionar materiais resistentes às intempéries e divisórias de difícil manutenção devem ser evitadas em locais em que a exposição à poeira, água e gordura seja grande.”E são várias as possibilidades de divisão de ambientes, como conta a arquiteta Maluh Amorim. “Podem ser utilizadas quando queremos, por exemplo, separar a entrada principal do estar; na chegada da casa, escondendo um pouco o ambiente interno da entrada; no quarto, separando a área de dormir da de trabalho (home office) e na cozinha, dividindo-a da área de serviço. Ou seja, em diferentes lugares, onde a pessoa sente a necessidade de existir uma separação dos ambientes sem precisar de uma parede.”

O designer de interiores Filipe Bastos diz que é importante pesquisar qualidade dos produtos e a garantia fornecida pelas empresas (Eduardo Almeida/RA Studio)
O designer de interiores Filipe Bastos diz que é importante pesquisar qualidade dos produtos e a garantia fornecida pelas empresas
Um dos recursos para possibilitar essa separação e que surte um grande efeito é a tela metálica, como cita a arquiteta. “Dependendo do ambiente, fica muito bonita. Também podem ser utilizados armários e estantes moduladas, que, com cautela e bom gosto, são super bem-vindos”, completa Maluh.A arquiteta Nara Cunha cita, ainda, materiais como ferro, madeira, drywall, PVC e até as mais específicas, como as divisórias acústicas, como opções disponíveis no mercado. “Elas podem ser usadas, praticamente, em todos os ambientes. São utilizadas quando é preciso cria novos espaços, separar ambientes, criar privacidades e também multiplicar a função de um espaço.”

Mas também há restrições quanto ao uso do recurso, como esclarece Nara. De acordo com ela, em ambientes muito pequenos não é bom usar divisórias, isso porque elas separam o que já é pequeno. “Mas, se for necessário, podemos utilizar artifícios móveis como, por exemplo, cortinas que podem ser abertas ou fechadas com facilidade e leveza”, sugere.

INSTALAÇÃO 

Quanto à colocação do recurso nos ambientes, a arquiteta diz que cada tipo é instalado de uma maneira, de acordo com o seu modelo e material com que é produzido. “Mas é necessário uma mão de obra especializada. No caso das portas de correr, um marceneiro, no do cobogó, um pedreiro”, conta Nara.

Paredes de vidro ajudam a dar leveza nos espaços e facilitam o uso da luminosidade externa (Eduardo Almeida/RA Studio)
Paredes de vidro ajudam a dar leveza nos espaços e facilitam o uso da luminosidade externa

Filipe Bastos diz que, para quem optar pelo cobogó – elemento vazado que pode ser fabricado em cimento, argila, vidro, cerâmica, entre outros –, a instalação é simples, utilizando argamassa. “Já os painéis podem ser estruturados no piso ou no teto, podendo estar apoiados em trilhos, se forem móveis. As cortinas, também instaladas em trilhos, podem contar com automação para abrirem e fecharem ao comando do ipad. Biombos são muito utilizados pela praticidade de não necessitarem instalação”, explica o designer de interiores.

Os locais onde as peças podem ser encontradas é tão variado quanto os materiais utilizados para fazer a divisão dos ambientes. “Encontramos opções em lojas de construção, com custos razoáveis, e também muito sofisticadas em lojas especializadas. Também há alternativas já prontas, com medidas padronizadas, ou feitas por encomenda para personalizar o espaço”, indica o designer de interiores Filipe Bastos.

Paredes de vidro, divisórias, portas de correr, cortinas, biombos, telas decorativas e cobogós são só alguns exemplos de recursos disponíveis, que são encontrados em lugares distintos, segundo a arquiteta Nara Cunha. Quanto às características de cada alternativa, cada um tem sua maneira mais apropriada de ser utilizada. “O cobogó é ideal para quem tem a intenção de manter a privacidade sem comprometer na iluminação. Eles também permitem a quebra da incidência solar sem comprometer a ventilação. Já os biombos são práticos e versáteis, facilmente movidos de um lado para outro criando espaços com privacidades somente quando necessário.”

Para saber qual das opções é mais vantajosa, tudo vai depender do espaço disponível, o que se pretende nele e o que se pode ou está disposto a gastar na divisão do ambiente. “Um elemento pode evitar os inconvenientes de uma obra, mas, por outro lado, pode ter um custo mais elevado. Ou pode ter uma instalação rápida, mas não prover um isolamento acústico adequado. Tudo deve ser estudado com cautela e escolhido de acordo com a necessidade do espaço”, conta Filipe Bastos.

Escolhendo-se da maneira correta, as divisórias deixam os espaços mais aconchegantes e acolhedores, como avalia a arquiteta Maluh Amorim. “A meu ver, enriquecem os ambientes com um tipo de material diferente. Mas a principal desvantagem é que, muitas vezes, se não são bem usadas, acabam poluindo visualmente o espaço, pois seria mais um elemento, um intruso, eu diria, colocado naquele lugar.” Para quem gosta de seguir tendências, uma das indicações de Maluh é o uso do cobogó, que está em alta. “Elementos vazados estão sendo super valorizados para serem usados como divisórias de ambientes. A Hunter Douglas mesmo lançou recentemente o 3Form (Translucent Materials) – Parametre, uma novidade em divisórias de ambientes”, aponta.

EM ALTA 

Bastos confirma que os cobogós estão sendo bastante usados nos projetos. “Criado em Recife nos anos 1920 por três engenheiros, voltou com tudo. Peças de cimento, como as originais, ou repaginadas em vidro, louça, acrílico, têm diferentes formas e cores. Dividem o ambiente, permitindo passagem de luz e ventilação”, explica. Além do cobogó, Nara Cunha diz que, de maneira geral, as tramas estão na moda. “Biombos com todo tipo de textura estão em alta, conferindo ao ambiente personalidade. Mas, o importante quando for fazer a escolha é saber qual a real necessidade do espaço. Isso faz toda a diferença no resultado, pois cada uma delas é utilizada de uma maneira”, reforça a arquiteta.

Divisão de ambientes não precisa necessariamente ser feita com paredes. Uso de portas de correr, biombos e telas decorativas são algumas das opções disponíveis no mercado para compor divisórias, que estão cada vez mais modernas, inusitadas e criativas - (Eduardo Almeida/RA Studio) - undefined
Da economia à sofisticaçãoAssim como em outras composições, o ideal é que o ambiente seja aconchegante, prático, funcional e, ao mesmo tempo, barato. Para isso, basta escolher a peça ideal dentre tantas existentes no mercado. “Como são muitas as possibilidades de uso para se delimitar, dividir ou até mesmo esconder o que não se quer deixar totalmente à mostra, o custo vai variar de acordo com as peças escolhidas. Uma cortina pode deixar o ambiente aconchegante, prático, versátil e tem o custo baixo”, afirma Nara Cunha.

Filipe Bastos também ressalta a importância de observar bem os materiais a serem utilizados a fim de conjugar todas essas características, gastando menos. “O mercado apresenta opções diversas de produtos com grande variação de preço. É muito importante observar a qualidade do material, a durabilidade e a garantia que a empresa oferece. Muitas vezes barato não é o melhor preço, mas o equilíbrio entre qualidade e custo”, analisa.

“O importante é saber qual a real necessidade do espaço. Isso faz toda a diferença no resultado” – Nara Cunha, arquiteta

Isso levando-se em conta as necessidades que precisam ser observadas, como reitera Bastos. “Se há necessidade de tratamento acústico e térmico, a durabilidade do material em relação ao ambiente em que está sendo instalado, a facilidade de manutenção e se harmoniza esteticamente com o restante do ambiente.”

Para compor esse tipo de ambiente, os objetos mais usados são a madeira, o vidro e a cerâmica, como diz Maluh Amorim. “Com certeza, existem materiais que definitivamente não combinam um com o outro, eles brigam e acabam poluindo o ambiente. Assim, temos de fazer uma boa escolha visando um equilíbrio estético e funcional, adequado para aquele ambiente específico que estamos trabalhando. Fazer estudo de cor, forma e funcionalidade”, detalha.

CRITÉRIO 

A fim de que essa composição atenda às necessidades e desejos dos moradores e seja acessível financeiramente, Maluh acredita que é preciso fazer uma triagem no que existe no mercado. “E, de acordo com o gosto do cliente, tentar fazer o melhor em termos de bom gosto e qualidade, escolhendo dentro da realidade dele o que vai atender aquele espaço que está sendo trabalhado.”

Divisão de ambientes não precisa necessariamente ser feita com paredes. Uso de portas de correr, biombos e telas decorativas são algumas das opções disponíveis no mercado para compor divisórias, que estão cada vez mais modernas, inusitadas e criativas - (Eduardo Almeida/RA Studio) - undefined
Por isso, além da execução de um projeto adequado à necessidade de cada cliente, ela diz que a escolha de um profissional qualificado para a execução da divisória, seja ela de madeira, vidro, cerâmico (cobogó), entre outros, é fundamental. “Porque, caso ele não execute bem, pode acabar comprometendo a estética do ambiente e levar à insatisfação do cliente. Tem-se que saber fazer o preparo do local, antes de receber essa divisória, pois, se arrumar o espaço e isolar tudo que for necessário primeiro, não terá problemas em estragar ou danificar nada do ambiente”, diz Maluh.

Divisórias de vidros são muito usadas em casas e escritórios, segundo Héber Jerônimo Vervloet Dutra, da Klaas Vidros e Serviços (Eduardo Almeida/RA Studio)
Divisórias de vidros são muito usadas em casas e escritórios, segundo Héber Jerônimo Vervloet Dutra, da Klaas Vidros e Serviços

 

Uma das alternativas mais usadas quando o assunto é divisão de espaços é o vidro. Em diversas opções, graças à tecnologia de ponta empregada em sua fabricação, podem ser usados até mesmo em ambientes que necessitam de privacidade. Por isso, o material é bem-vindo em todos os espaços, como afirma o diretor da Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Abravidro) e gestor da Klaas Vidros e Serviços, Héber Jerônimo Vervloet Dutra. “Inclusive naqueles em que haja risco de quebras. Atualmente, vendemos vidros, inclusive, para fornos de siderurgia. Acidentes ocorrem quando o material é usado erroneamente”, informa. Tomado esse cuidado, o especialista aponta como tendência o uso do vidro energizado, que consegue armazenar energia térmica. “Além dele, o insulado, ou duplo, que conta com uma persiana interna, e os impressos, que têm desenhos”.

Divisão de ambientes não precisa necessariamente ser feita com paredes. Uso de portas de correr, biombos e telas decorativas são algumas das opções disponíveis no mercado para compor divisórias, que estão cada vez mais modernas, inusitadas e criativas - (Eduardo Almeida/RA Studio) - undefined
ATENÇÃO À OBRA
Confira dicas de profissionais para ter sucesso na escolha e uso das divisórias

» Procure profissionais qualificados para auxiliar na execução do projeto e tirar dúvidas
» Pesquise, faça orçamentos e discuta ideias
» Fique atento ao conjunto, uma vez que cada elemento que compõe o ambiente tem o seu papel, mas todos precisam conversar entre si. A iluminação, o piso, a pintura usada na parede, tudo, se não for bem escolhido, leva a um resultado ruim
» É preciso fazer o preparo do local antes de receber a divisória. É essencial arrumar o espaço e isolar tudo o que for necessário primeiro para não estragar ou danificar nada do ambiente
» Atenção à qualidade do acabamento, pois isso também pode comprometer as peças
» Invista no elemento adequado o ambiente. Todos os tipos de divisória têm seu uso correto
Fonte: Estado de Minas

Investir em cores neutras é o caminho para decorar sem cometer erros

Especialistas ensinam como ter equilíbrio sem monotonia na criação dos ambientes.

 

Quer fazer com que a decoração de sua casa nunca saia de moda? Invista em cores neutras. O segredo é apostar em tonalidades que não são contrastantes e para isso há uma longa lista de opções. Branco, preto, creme, bege, cinzento e suas nuances são algumas delas. O legal desse estilo é a versatilidade, ou seja, combina com tudo. A decoradora Nara Cunha diz que as cores neutras são atemporais, versáteis e conferem aos ambientes uma sensação de tranquilidade. “Essas são algumas das razões pelas quais escolhemos os tons neutros, que variam do branco, preto, beges aos acinzentados. E, por isso, podem ser utilizados em todos os ambientes da casa. Não tem como dar errado”, comenta.

Para escolher as cores neutras, o arquiteto Hugo Sasdelli conta que o primeiro critério é definir a cartela de cores a ser utilizada. “Tendo feito isso, a ‘brincadeira’ pode começar. As cores neutras ficam nas cartelas dos tons marrons, beges, cinza, preto e branco; temos uma gama enorme. Mas ser neutro não significa não ser ousado. Podemos elaborar ambientes fantásticos utilizando apenas cores neutras”, revela.

Há várias maneiras de utilizar as cores neutras, conforme a decoradora Beth Márquez. Na composição, pode-se partir de uma cor base e suas várias gamas ou combiná-las com outros tons neutros. “Como cinza com verde acinzentado, cinza com marrom ou cinza com azul acinzentado. Nos tons de bege podemos variar na mesma gama, mas com texturas diferentes também acrescentar algum outro tom neutro, como marrom ou cinza. Nessas combinações podemos introduzir preto ou branco, mesmo em ambientes predominantemente brancos ou com muito preto.”

As cores neutras podem ser utilizadas em quase todos os ambientes, dependendo do desejo dos moradores, de acordo com Beth. “Construtoras em geral baseiam seu detalhamento de banheiros, cozinha e pisos de salas em tons claros e neutros por serem mais fáceis de agradar, sendo mais impessoais e podendo receber qualquer projeto de decoração.”

O começo

Muitas são as cores neutras e todas são imprescindíveis para um projeto de decoração, como avalia o arquiteto e designer de interiores Luís Fábio Rezende de Araújo. “Costumo sempre dizer que os tons neutros são a base de todo o projeto, para, sobre ela, você pontuar ou abusar das cores de destaque. Usar uma cor neutra não tem erro, mas utilizar somente elas pode deixar o ambiente comum e nada atrativo”, adverte.

Para Luís, é necessário associar as cores destinadas a uma determinada decoração. “Entre todas as cores neutras podemos destacar os tons de bege, cinza, branco e off-white. No entanto, neutro não necessariamente significada claro. Há tons com mais personalidade e mais intensos, como o castor, caramelo, marrom, preto e chumbo. São cores imponentes, mas que harmonizam com qualquer outra cor predominante ou decoração.” O arquiteto admite sua preferência pelos tons mais secos, mais acinzentados. “Eles deixam a tonalidade mais chique. Há alguns tons que acabam puxando para o amarelo (no caso do bege) ou azul (no caso do cinza). Com esses não gosto de trabalhar”, admite Luís Araújo.

Equilíbrio acima de tudo
Projetar o uso de vários tons de cores neutras é fundamental para garantir ambientes bonitos em casa. Investir em iluminação é outra dica útil para criar espaços mais atraentes

A harmonia na escolha das cores é o grande segredo para quem quer acertar na composição dos ambientes utilizando cores neutras. De acordo com o arquiteto e designer de interiores Luís Araújo, os tons devem conversar entre si e dividir o mesmo patamar de atenção. “O contraste forte é prejudicial na decoração”, afirma. O profissional diz que o contraste deve ocorrer, sim, mas de forma muito suave. “Para que nenhuma peça sobressaia em relação à outra apenas por ter uma cor mais vibrante e chamativa. Ambientes que em sua maioria são decorados com tons claros podem receber pequenas peças de decoração coloridas ou mesmo seguindo a linha dos neutros de cor”.

A partir daí pode-se perceber que, mesmo optando por uma decoração neutra, isso não quer dizer que tudo é permitido, como diz o arquiteto Hugo Sasdelli. “Pode-se pensar que, neste caso, não há risco de errar. Mas isso é um engano, pois o ambiente não pode se tornar um festival dessas cores, que têm muitos tons”, comenta.

Assim, o ideal é eleger, no máximo, três tons a serem utilizados e compor com madeiras diferentes, que são naturalmente neutras. “Isso para não ficar tão ‘conjuntinho’ e, ao mesmo tempo, não perder a harmonia e o aconchego”, explica Hugo. O arquiteto também desaconselha o uso de apenas um tom na decoração. “Isso poderia resultar, às vezes, em um ambiente sem personalidade”, justifica.

Para quem adora o branco, no entanto tem receio de que a casa fique com cara de hospital, Hugo Sasdelli recomenda a inserção de cores em alguns objetos de composição, como almofadas, quadros e vasos, que podem ter plantas e flores. “Um ambiente neutro permite uma escolha variada de adornos, objetos de arte e tapetes. Mas tem de se saber sempre onde se destaca.”
A decoradora Beth Marquez também recomenda o emprego de cores em detalhes, no caso de quem quer investir no branco na decoração. “Para não cairmos no uso excessivo de cores neutras, podemos contrabalançar com a utilização de muita madeira em painéis, cadeiras, mesas e nos detalhes, como tapetes e obras de arte”, indica.
Escolhê-los é uma tarefa mais fácil quando comparado a outros tipos de decoração, como diz Beth. “Algumas combinações neutras deixam o ambiente harmônico, como branco, bege e preto; branco e bege com várias texturas, principalmente nos tecidos de sofá; cinza, preto e branco; tons pastéis claros; cinza com tons marrons acinzentados e cinza e seus tons degrades”, sugere.

Para Hugo Sasdelli, a harmonia na escolha do mobiliário não significa, necessariamente, a escolha de todos eles de um material apenas. “Acho, inclusive, que não se deve fazer isso. É preciso mesclar coisas que combinem e colocar alguns pontos que quebrem, ou seja, causem um impacto.”

No padrão

Já na escolha dos eletrodomésticos, o arquiteto tem opinião diferente. Neste caso, Hugo prefere quando eles seguem uma mesma linha. “Ou seja, se vamos usar o inox, que é o mais usado atualmente, seguiremos então toda a linha, e assim por diante. Fica salvo disso elementos que serão introduzidos para realmente se diferenciarem do restante, como as geladeiras vintage revisitadas. Dependendo do ambiente, a intenção será realmente destacar o objeto em questão do restante.”

A harmonia quando se trata dessas escolhas não significa que todos os ambientes devem ter os mesmos materiais, como diz Luís Araújo. “Mas quando você for escolher os acabamentos, é muito interessante que um cômodo converse com o outro. Seja na escolha da mesma madeira, por exemplo. Assim, se algo escolhido tem muita textura, o ideal é que o próximo material seja mais liso. Se um for brilhante, o outro pode entrar fosco, e assim por diante.”

 Como escolher as cores neutras a serem usadas nos ambientes?
Temos que pensar a partir das peças maiores. Se for uma sala, devemos começar pelo sofá. Se ela for pequena, ele não pode ser em tom escuro, pois isso dará a sensação de que ele ocupa todo o espaço. Se escolher trabalhar a sala em tons de bege, a sugestão é ter um sofá na cor fendi, muito em alta no momento. Aí você pode colocar mesas de complemento em madeira marrom, almofadas em bege, marrom e camurça e um tapete em um dos tons das almofadas. Nesse caso, pode-se trabalhar também acessórios em tons claros de verde.

Quais são as dicas para tornar o ambiente aconchegante, prático, funcional e, ao mesmo tempo, barato?

Um ambiente para ser aconchegante precisa de cortinas, tapetes e quadros e, com certeza, ter o perfil do morador. É importante destacar que as cortinas devem ser nas cores das paredes ou, no máximo, na cor do tom mais claro usado no ambiente. Os tapetes de material sintético são mais práticos pela facilidade de limpeza e mais acessíveis. Os quadros vão muito da personalidade do morador, mas não devem ser de muito destaque, senão podem roubar a cena.

O que dá certo na elaboração de um projeto como esse?

A escolha de um mobiliário clássico em consonância com a tonalidade neutra das paredes e revestimentos e o casamento com algumas peças de decoração em cores mais vivas é sempre uma grande aposta. Dessa forma, você terá sempre uma decoração que não sai de moda e pode trocar uma peça de destaque eventualmente, mas a base será sempre atemporal e elegante.

Design cheio de potencial

Para destacar e valorizar os elementos de uma decoração neutra, é essencial investir, ainda, em um projeto de iluminação, explica o arquiteto e designer de interiores Luís Araújo. “Essa é uma das partes mais importantes em um projeto de decoração ou mesmo de arquitetura”, ressalta. Segundo ele, um bom projeto de iluminação pode melhorar uma concepção mediana de decoração e um fraco estudo luminotécnico pode prejudicar o resultado de um excelente projeto. Para que seja escolhido o recurso mais adequado ao espaço, o estudo deve ser feito sobre o leiaute finalizado. “E, se possível, já com a definição dos tons a serem usados no espaço”, acrescenta Luís Araújo.

Para Nara Cunha, independentemente das cores utilizadas no projeto, a iluminação é um item muito importante em qualquer decoração. “A possibilidade de usar várias intensidades de luz e efeitos é sempre muito bom. Mas a iluminação no ambiente neutro não tem a necessidade de ser muito intensa, já que o branco (ou tons claros) refletem muito bem a luz.”

Conforme Hugo Sasdelli, é preciso que a iluminação seja pensada junto com o uso proposto. “Se é um ambiente de dupla função, como relaxar e estudar, temos de pensar em um jogo de iluminação independente, que permita a realização com conforto para as duas atividades. O ideal para o ambiente de estudo, trabalho etc é uma iluminação mais difusa, mais clara”, indica. Para receber e relaxar, Hugo sugere uma mais focada, pontuada onde se quer os destaques do ambiente.

Tendência
A decoradora Beth Marquez aponta o uso de arandelas, de vários tipos e tamanhos, como uma marca desse do uso do recurso na decoração neutra. “Além disso, a quantidade de peças de iluminação embutidas foram reduzidas. Algumas decorações quase aboliram o forro de gesso, usando peças marcantes de designer, tornando a iluminação mais limpa. O uso de LED também vem aparecendo com frequência, e a luz fria, mais econômica, vem sendo muito usada nos ambientes frios, como cozinha, banhos, lavanderias.”

Para fazer um projeto que obtenha melhores resultados, o mais indicado é que se recorra à ajuda de um profissional, que cobrará pelo serviço segundo a forma de contratação. “Há inúmeras possibilidades de orçamento para um mesmo projeto. O custo vai variar entre as dimensões do espaço, quantos ambientes serão contemplados no projeto, se haverá grandes projetos de detalhamento ou se será necessário apenas decorar um espaço já concretizado”, explica Luís Araújo.

Fonte: Correio Braziliense

Terrários surgem como opção para quem quer ter um jardim dentro de casa

Um pedacinho do mundo na palma da mão – esta é a ideia dos terrários que permitem ter um mini jardim dentro de casa sem ter muito trabalho

 

 (Lidiane Piekarski/Divulgação)
 (Lidiane Piekarski/Divulgação)
Práticos, bonitos e facéis de fazer, os terrários são a reprodução de um pequeno ecossistema dentro de um recipiente de vidro. Por isso, sempre foram muito usados em aulas de ciências para ensinar sobre o ciclo da água e o crescimento das plantas. Hoje, são tendência na decoração, com versões sofisticadas, que podem ser usadas, por exemplo, como arranjo de centro de mesa ou como enfeite vertical de parede.

Lidiane Piekarski, técnica em paisagismo e dona do blog ABC das Suculentas, explica que o número de pessoas procurando terrários tem aumentado, mas que a maioria não quer ter muito trabalho com a manutenção, quer mais uma peça de decoração do que uma planta. “Esse mercado vai se expandir”, prevê.

 (Lidiane Piekarski/Divulgação)
A montagem desse minijardim é um convite à imaginação – podem-se usar pedras diversas e areia colorida, formando diferentes camadas sensoriais. A escolha das plantas também interfere na apresentação. Lidiane, por exemplo, é especialista nas chamadas suculentas, plantas de clima seco, e monta terrários mais abertos, com bastante areia, o que cria um clima desértico. Os mais tradicionais são mais úmidos, com espécies de bromélias, heras e musgos. Estes tendem a ser mais fechados, para criar o aspecto de floresta em miniatura.

A paisagista Rose Antonelli explica ainda que os terrários com plantas suculentas e outras espécies que têm maior capacidade de armazenamento são os ideiais para quem quer uma peça aberta. Já quem pretende usar plantas que demandam mais água deve optar por vidros com tampas ou vedar o terrário com papel filme, o que assegura a manutenção do microclima que se cria ali. Outra opção é escolher vidros mais afunilados, cuja forma permite um melhor retorno da água que se forma na paredes pela transpiração das plantas. Assim, as gotas voltam mais rápido ao “solo”.

Os formatos podem ser dos mais variados, atendendo o gosto e a necessidade de cada um, mas Rose alerta que, quanto menor o recipiente, mais difícil a manutenção. Na hora de escolher o pote, observar a dinâmica de crescimento do espécime é fundamental. “Deve-se conhecer a planta e imaginar qual seria o tamanho natural dela daí a um ano, para que não sofra por falta de espaço.” A espessura do vidro é outro aspecto importante — não pode ser muito frágil, para evitar rachaduras.

Os terrários se mostram como uma opção versátil, que é moldada de acordo com o gosto de cada um. Podem ser simples, sem elementos adicionais, apenas recriando um ecossistema; podem ser fechados, tendo assim um crescimento independente; ou abertos, permitindo intervenções. Existem os mais sofisticados, com cores e plantas diferentes, arrumados em vidros de modelagem ousada, e também os despojados, criados até mesmo em potes reutilizados. Viu? Não há motivo para não tentar montar um com a sua cara.

Cultive seu jardinzinho

 (Lidiane Piekarski/Divulgação)

Elementos

– Recipiente de vidro: formato e tamanho de sua escolha.
– Carvão ativado: ajuda na absorção de cheiros e evita o apodrecimento do terrário. Pode ser o mesmo usado em churrasqueiras, desde que seja moído.
– Substrato de terra: é mais leve que a terra comum, não se solidifica facilmente, permanecendo fofo para as raízes. Comprado em supermercados, já vem com a quantidade correta de adubo.
– Mudas e plantas: de livre escolha, desde que o tamanho e a expectativa de crescimento se adequem ao vaso escolhido.
– Pedras decorativas, areia e acessórios: são opcionais. Podem ser simples, como camadas de musgo, ou vermiculito, espécie de cortiça triturada, que ajuda também na manutenção da umidade do terrário. Areias coloridas, conchas e miniaturas também podem ser usadas.

Montagem

– A primeira camada é a de carvão. Em caso de vidros muito compridos, recomenda-se o uso de um cone de papel, evitando que a fuligem suje as paredes. Depois de colocar o carvão, faz-se uma pequena limpeza da fuligem que porventura tenha escapado.
– Em seguida, podem vir camadas de musgo, vermiculito ou areia decorativa, incrementando o terrário.
– O próximo passo é a adição do substrato e seu assentamento. Aqui, o cone de papel pode ser usado novamente, evitando que o vidro fique sujo.
– É o momento de adicionar as plantas. As espécies, que podem ser compradas ou retiradas de jardins, devem ser totalmente lavadas e estar livres de micro-organismos, que podem prejudicar o seu desenvolvimento. As raízes devem ser encobertas — a planta fica firme no solo.
– São introduzidos os elementos opcionais. Pequenas pedrinhas podem compor mais uma camada e as maiores podem ser colocadas nos locais de preferência. Muitos usam conchas e miniaturas. Em terrários mais úmidos, as pessoas costumam usar pequenas figuras de rãs e sapos. Quando a abertura do vidro é larga, são colocadas miniaturas de bancos, pessoas e outros elementos pitorescos.
– Por fim, regamos o terrário. A quantidade de água varia de acordo com o tamanho e o tipo de planta escolhida. Após um ou dois dias, se for o caso, o terrário pode ser vedado, criando o seu microclima. Em terrários abertos, deve-se ficar atento à reposição periódica de água. Em geral, devem viver em ambientes com muita luz, evitando a exposição direta ao sol, para que não ocorra um superaquecimento no microclima interno.
– A técnica em paisagismo Lidiane Piekarski monta terrários como este, aberto, colorido e rico em suculentas

 (Lidiane Piekarski/Divulgação)

 

Fonte: Correio Braziliense

Dicas para Decorar Sala Pequena

Muitas vezes não é possível realizar os sonhos, como ter uma casa grande, por exemplo, com muito espaço para crianças brincarem ou para somente guardar com folga todos os seus pertences. Mas mesmo morando em uma casa pequena, e tendo que decorar uma sala pequena, é possível ter uma bela decoração, que além de deixar o ambiente enfeitado ainda pode ser funcional, ajudando você a guardar e organizar todos os seus objetos.

 Para decorar uma sala pequena basta utilizar alguns truques que deixam visualmente o espaço maior (Foto: Divulgação)

Para decorar uma sala pequena basta utilizar alguns truques que deixam visualmente o espaço maior.

Como Decorar Sala Pequena

A primeira providência a ser tomada quando uma sala é pequena e você quer criar ilusão de espaço mais amplo, é averiguar onde você irá posicionar o espelho ou os espelhos. Pois espelhos possuem o poder de criar amplitude ao ambiente onde estão posicionados. E se você puder revestir uma parede inteira com um espelho o efeito será ainda mais evidenciado. Porém caso não possa, pode melhorar o espaço colocando espelhos sobre o sofá ou de frente para a porta.

(Foto: Divulgação)

 

Outra forma de deixar sua sala visualmente mais ampla e espaçosa é deixando as janelas ou as portas da sacada abertas. E caso esteja pensando em colocar cortinas, opte pelas mais finas e fluidas, pois com o balanço da cortina com o vento sua sala parecerá maior.

 

(Foto: Divulgação)

 

Para deixar sua sala pequena mais funcional, fixe na parede vários pequenos nichos, assim você consegue guardar todos os seus pertences e ainda garante charme extra ao ambiente se pintar o interior destes nichos com cores intensas ou estampá-los com papéis de parede.

 

(Foto: Divulgação)

 

Cores claras também deixam o ambiente parecendo mais amplo. Procure pintar as paredes de sua sala com cores como o branco, off-white ou no máximo um creme, e deixe pontos de cor somente com os objetos de decoração e seus pertences pessoais, como livros ou vasos de flores.

 

(Foto: Divulgação)

 

E salas estreitas podem ganhar visualmente mais largura se você optar por tapetes, papéis de parede ou decorações no teto listrados na horizontal. E neste caso, quanto mais clean você deixar a decoração, maior amplitude, pois salas com muitos móveis e objetos de decoração, ficam abarrotadas e essa “poluição” visual diminui o tamanho do cômodo.

 

(Foto: Divulgação)

 

(Foto: Divulgação)

 

(Foto: Divulgação)

 

(Foto: Divulgação)

 

Fonte: Decoração e dicas

Decoração hi-tech investe em cores néon e muita tecnologia

O estilo futurista conta com formas arredondadas e exóticas, desenhos que fazem alusão ao espaço e cores contrastantes.

Todo o mobiliário foi especialmente projetado pelo designer búlgaro Jovo Bozhinovski - Reprodução/Internet

Todo o mobiliário foi especialmente projetado pelo designer búlgaro Jovo Bozhinovski.

O projeto, de Danilo Fideli, possui luzes de LED de cores diferentes e traz benefícios da Color therapy, que promete ajudar na revitalização do bom humor, vitalidade, stress e rejuvenescimento - Reprodução/Internet

O projeto, de Danilo Fideli, possui luzes de LED de cores diferentes e traz benefícios da Color therapy, que promete ajudar na revitalização do bom humor, vitalidade, stress e rejuvenescimento.

A decoração futurista investe em formas exóticas e abusa de cores contrastantes e néons (Reprodução/Internet)
A decoração futurista investe em formas exóticas e abusa de cores contrastantes e néons.
Um tablet em proporções maiories foi instalado na superfície da mesa - Reprodução/Internet
Um tablet em proporções maiories foi instalado na superfície da mesa.
Televisões de alta definição, computadores, iluminação LED, fogões e geladeiras com milhares de funções – a tecnologia está em todo canto da casa. No meio de tanta modernidade, a decoração com estilo hi-tech ou futurista vem conquistando cada vez mais os amantes da tecnologia.
A tecnologia é o que mais chama atenção na decoração futurista - televisões de alta definição, computadores e iluminação LED estão presentes em praticamente todos os ambientes decorados com esse estilo (Reprodução/Internet)
A tecnologia é o que mais chama atenção na decoração futurista – televisões de alta definição, computadores e iluminação LED estão presentes em praticamente todos os ambientes decorados com esse estilo.
Todas as funções do banheiro Hi-Tech Digital são controladas por controle remoto - Reprodução/Internet
Todas as funções do banheiro Hi-Tech Digital são controladas por controle remoto.
A banheira com design moderno inova com tela de LED que transmite imagens de paisagens  - Reprodução/Internet
A banheira com design moderno inova com tela de LED que transmite imagens de paisagens.
Cama com desing futurista pode ser o centro das atenções na decoração do quarto - Reprodução/Internet
Cama com desing futurista pode ser o centro das atenções na decoração do quarto.
O metálico dos objetos, na maioria das vezes, faz com que o ambiente perca a sensação de aconchego. No entanto, é possível combinar a tecnologia com o bem estar dentro de casa – o segredo está no equilíbrio.
A decoração futurista investe em formas redondas e exóticas , faz alusão ao espaço e ao cosmos, abusa de cores contrastantes e néons, e claro, conta com vários aparelhos tecnológicos - Reprodução/Internet
A decoração futurista investe em formas redondas e exóticas , faz alusão ao espaço e ao cosmos, abusa de cores contrastantes e néons, e claro, conta com vários aparelhos tecnológicos.
A decoração futurista também pode ser infantil, além de colorida, deixa o quarto com um ar mágico - Reprodução/Internet
A decoração futurista também pode ser infantil, além de colorida, deixa o quarto com um ar mágico.
Com muita tecnologia, o box possui até entrada para o carregador do celular - Reprodução/Internet
Com muita tecnologia, o box possui até entrada para o carregador do celular.
A decoração futurista investe em formas arredondadas e exóticas e em desenhos que fazem alusão ao espaço, abusa de cores contrastantes e néons, e claro, conta com vários aparelhos tecnológicos.
O metálico dos objetos, na maioria das vezes, faz com que o ambiente perca a sensação de aconchego. No entanto, é possível combinar a tecnologia com o bem estar dentro de casa - o segredo está no equilíbrio - Reprodução/Internet
O metálico dos objetos, na maioria das vezes, faz com que o ambiente perca a sensação de aconchego. No entanto, é possível combinar a tecnologia com o bem estar dentro de casa – o segredo está no equilíbrio.
Levemente suspensa, a cuba deixa à mostra na bancada a silhueta dos desenhos estampados em seu fundo, criando um belo efeito de luz. O espelho é instalado sobre um painel de vidro com iluminação LED embutida. Quando acesos, os desenhos gravados no vidro criam uma ideia de tridimensionalidade - Reprodução/Internet
Levemente suspensa, a cuba deixa à mostra na bancada a silhueta dos desenhos estampados em seu fundo, criando um belo efeito de luz. O espelho é instalado sobre um painel de vidro com iluminação LED embutida. Quando acesos, os desenhos gravados no vidro criam uma ideia de tridimensionalidade.
No meio de tanta modernidade, a decoração com estilo hytec ou futurista vem conquistando cada vez mais os amantes da tecnologia - Reprodução/Internet
No meio de tanta modernidade, a decoração com estilo hytec ou futurista vem conquistando cada vez mais os amantes da tecnologia.
O metálico dos objetos, na maioria das vezes, faz com que o ambiente perca a sensação de aconchego. No entanto, é possível combinar a tecnologia com o bem estar dentro de casa - o segredo está no equilíbrio - Reprodução/Internet
O metálico dos objetos, na maioria das vezes, faz com que o ambiente perca a sensação de aconchego. No entanto, é possível combinar a tecnologia com o bem estar dentro de casa – o segredo está no equilíbrio.
Com forte inspiração futurista, a cozinha hi-tech conta com os mais avançados aparelhos domésticos, geladeira e fogão de última geração em tom de metal - Reprodução/Internet
Com forte inspiração futurista, a cozinha hi-tech conta com os mais avançados aparelhos domésticos, geladeira e fogão de última geração em tom de metal.
As cadeira com iluminção de LED deixam a decoração do ambiente mais moderna - Reprodução/Internet
As cadeira com iluminção de LED deixam a decoração do ambiente mais moderna.
Fonte: CorreioWeb – Lugar Certo