Banheiros modernos para você se inspirar

Está buscando ideias para redecorar o seu banheiro? Quem sabe é uma casa nova e você vai construir um do zero? Se aquilo que é moderno é do seu agrado, a seleção de banheiros a seguir, que traz o trabalho de alguns gênios da arquitetura e decoração, é o tipo de inspiração que você precisa. E se você não pensa em reformar ou redecorar o seu banheiro, também é sempre legal admirar belos projetos.

Alguns banheiros são simplesmente lindos e outros trabalham conceitos que desafiam o status quo, como é o caso do banheiro com paredes transparentes, com vista para o jardim, de Steve Hermann.

 

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foto: Bandg Design

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foto: Griffin Enright Architects

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foto: chadbourne + doss architects

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foto: K2 Design

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foto: Marmol Radziner

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foto: Houzz

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foto: Philippe Starck

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foto: Andrew Roby

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foto: Pepecal Derindesign

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foto: Blender Architecture

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foto: via Design Rulz

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foto: via Design Rulz

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foto: Crystal Shafer Waye – Adeeni Design

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foto: Lean Arch

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foto: City Desk Studio

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foto: Steve Hermann

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foto: Houzz

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foto: Azuma Makoto

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foto: Houzz

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foto: via Design Rulz

Como puderam perceber, a banheira marcou presença em quase todos os banheiros acima. Em muitos casos ela é o ponto focal do banheiro. Assim, se está pensando em dar um toque de modernidade em seu banheiro, é provável que uma banheira tenha que estar em seus planos.

Além disso, o moderno e o clean andam de mãos dadas. Ou seja, se você colocar muitas informação no ambiente e amontoá-lo com coisas demais, é provável que a modernidade vá para o espaço. Perceba como nos banheiros acima há poucos elementos em cena. No entanto, cada elemento exerce papel fundamental na composição do ambiente. É o equilíbrio entre a discrição e o impacto de cada parte que traz qualidade e beleza a um ambiente moderno.

 

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Fonte: Limaonagua

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Integração é a palavra de ordem

Casa em Joinville é uma aula de arquitetura

 

  (Foto: Chan)

Na faculdade de arquitetura, aprendem-se teorias e práticas de naturezas diversas, mas alguns conceitos são repetidos frequentemente no decorrer dos anos de estudo. Os bons projetos têm em comum algumas características, como o melhor posicionamento da construção no terreno, em relação aos aclives e declives e à iluminação natural, bem como as suas aberturas levam em conta não só a luz, mas também os ventos. Entretanto, apesar da repetição, nem todos os projetos do mundo real apresentam soluções bem-resolvidas que encarem todas as problemáticas apresentadas pela natureza de frente. Não é o caso desta grande casa joinvilense de 970 m², projetada pelos arquitetos do escritório Metroquadrado. Ela traz em si inúmeras pequenas lições àqueles que querem fazer boa arquitetura.

O chamado “partido” do projeto, ou seja, o seu desenho inicial, foi definido em função das características físicas do terreno, que, em parte, era plano e, noutro lado, apresenta um declive acentuado. Na parte horizontalizada, optou-se por locar o acesso da casa, tanto de pedestres quanto dos veículos – a garagem, por sua vez, está num nível semienterrado na parte debaixo, aproveitando o declive. A orientação da casa no lote foi pensada de modo a garantir a melhor insolação aos dormitórios. Foi uma escolha do trio de arquitetos que regeu a obra. Em termos de luz do sol, não há um cômodo que deva recebê-la em abundância obrigatoriamente. Em certos casos, opta-se por privilegiar as áreas comuns, noutros, a ala privada. Nesta casa, devido ao uso que os moradores dão aos quartos, a segunda opção se fez valer.

 

  (Foto: Chan)

 

“O que mais gostamos nesse projeto é a volumetria”, diz um dos seus criadores. “Os planos que surgiram com o recuo das esquadrias, a espessura das paredes e a adequação da casa no terreno contribuíram para um volume completamente integrado com o entorno, apesar da dimensão da residência”, explica. Um indício dessa integração é o bom uso das correntes de vento. Toda ventilação é cruzada. Na sala de estar, por exemplo, que é integrada com o espaço gourmet e o jantar, há dois grandes painéis de vidro, um voltado para o norte, e outro, para sul, que garantem a renovação do ar. No térreo, além das salas citadas, encontram-se a áreas de serviço e o escritório. Internamente, o destaque arquitetônico é a lareira reversível, que integra dois ambientes, funcionando tanto no estar quanto na varanda.

No andar superior, a distribuição dos ambientes é regida por uma passarela de circulação com mezaninos dos dois lados. Esta ponte liga a suíte principal aos demais dormitórios e à sala íntima. A separação do master bedroom visa dar privacidade ao casal. Os materiais escolhidos para os acabamentos transmitem acolhimento e aquecem a arquitetura contemporânea da casa. Predominam as cores escuras, como o marrom e o preto. Do lado de fora, há muito verde. O entorno é intensamente arborizado. O paisagismo foi feito pela firma Agrícola Boa Vista. Ao longo da varanda, há belos espelhos-d’água que compõem muito bem o cenário com o jardim. A piscina ocupa a parte mais inclinada do terreno. A palavra de ordem deste projeto é integração – seja dentro, entre os ambientes ou fora, entre a construção e a natureza.

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)
  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)

 

  (Foto: Chan)
Fonte: Casa Vogue

Os 10 mandamentos do papel de parede

Conheça todos os truques para se dar bem com a solução de decoração mais querida do momento entre os arquitetos

 

Com a chegada de inúmeras variedades de papel de parede no mercado nacional é impossível não cair na tentação de querer redecorar pelo menos um cantinho da casa usando esse recurso. “O papel de parede é uma solução muito prática, rápida e versátil para decorar e transformar um elemento arquitetônico (as paredes) em destaque do design de interiores”, afirma o arquiteto Kiko Sobrino. Com papel de parede até mesmo no teto de seu ambiente na Mostra Black, o arquiteto Pedro Potaris vai além. “É uma ótima alternativa para dar novos ares à casa em uma única tarde, sem fazer sujeira”, diz ele, que indica o recurso até mesmo para revestir móveis.

Mas para que não haja problemas ou arrependimentos, é preciso seguir algumas regras básicas. Confira.

01

Antes de optar por um modelo, cole uma amostra na parede para testar. Escolha modelos que não briguem com o restante da decoração.

02

Não coloque o papel em paredes onduladas, esburacadas, com infiltrações ou pintura soltando. Arrume antes.

03

Escolha papéis vinílicos, de fácil manutenção, para áreas de grande circulação ou com crianças.

04

Contrate um colocador profissional caso opte por um papel mais elaborado. Cada modelo exige um tipo e uma quantidade diferente de cola.

05

Não molhe papéis de parede feitos com elementos naturais ou que sejam 100% papel .

06

Não instale o papel de parede próximo a fogões, lareiras ou outros locais onde haja risco de faíscas. Lembre que ele é inflamável.

07

Ouse nas combinações de texturas, estampas e elementos, bem como nas áreas escolhidas para decorar. Não limite-se às paredes do hall.

08

Conte sempre com perdas, principalmente em modelos estampados. Quanto maior o motivo, maior será a perda.

09

Fique atenta às emendas. Quanto menor a gramatura do papel, menor o risco delas aparecerem.

10

Caso as pontas comecem a descolar, não se desespere. Basta colá-las novamente com cola branca .

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Fonte: Delas Ig Decoração

Divisão de ambientes não precisa necessariamente ser feita com paredes

Uso de portas de correr, biombos e telas decorativas são algumas das opções disponíveis no mercado para compor divisórias, que estão cada vez mais modernas e inusitadas.

Espaços amplos pedem a inserção de recursos que possibilitem a criação de ambientes distintos. Para resolver essa questão, há várias alternativas, que conjugam funcionalidade e beleza. A escolha pela melhor opção depende do gosto de cada um, das funções do espaço e do orçamento disponível para o projeto. O designer de interiores Filipe Bastos confirma que há uma infinidade de opções para dividir ambientes sem precisar construir paredes. Para isso, ele diz que basta usar a criatividade. “Biombos, cordas de sisal, cabos de aço e até cordas de miçangas são exemplos que podem ser utilizados para criar uma divisão. A diferenciação de níveis no piso ou até a própria diferença de materiais também ajudam a criar uma ideia de separação de ambientes. Podemos criar, inclusive, uma parede viva, utilizando plantas”, conta.
Divisão de ambientes não precisa necessariamente ser feita com paredes. Uso de portas de correr, biombos e telas decorativas são algumas das opções disponíveis no mercado para compor divisórias, que estão cada vez mais modernas, inusitadas e criativas - (Eduardo Almeida/RA Studio) - undefined
A escolha do tipo de divisória a ser utilizada vai depender da proposta do projeto e do espaço. Assim, para saber em quais espaços e situações podem ser empregadas, é preciso analisar alguns fatores, segundo Bastos. “É necessário observar se o material se adequa ao ambiente. Para áreas externas, é preciso ter o cuidado de selecionar materiais resistentes às intempéries e divisórias de difícil manutenção devem ser evitadas em locais em que a exposição à poeira, água e gordura seja grande.”E são várias as possibilidades de divisão de ambientes, como conta a arquiteta Maluh Amorim. “Podem ser utilizadas quando queremos, por exemplo, separar a entrada principal do estar; na chegada da casa, escondendo um pouco o ambiente interno da entrada; no quarto, separando a área de dormir da de trabalho (home office) e na cozinha, dividindo-a da área de serviço. Ou seja, em diferentes lugares, onde a pessoa sente a necessidade de existir uma separação dos ambientes sem precisar de uma parede.”

O designer de interiores Filipe Bastos diz que é importante pesquisar qualidade dos produtos e a garantia fornecida pelas empresas (Eduardo Almeida/RA Studio)
O designer de interiores Filipe Bastos diz que é importante pesquisar qualidade dos produtos e a garantia fornecida pelas empresas
Um dos recursos para possibilitar essa separação e que surte um grande efeito é a tela metálica, como cita a arquiteta. “Dependendo do ambiente, fica muito bonita. Também podem ser utilizados armários e estantes moduladas, que, com cautela e bom gosto, são super bem-vindos”, completa Maluh.A arquiteta Nara Cunha cita, ainda, materiais como ferro, madeira, drywall, PVC e até as mais específicas, como as divisórias acústicas, como opções disponíveis no mercado. “Elas podem ser usadas, praticamente, em todos os ambientes. São utilizadas quando é preciso cria novos espaços, separar ambientes, criar privacidades e também multiplicar a função de um espaço.”

Mas também há restrições quanto ao uso do recurso, como esclarece Nara. De acordo com ela, em ambientes muito pequenos não é bom usar divisórias, isso porque elas separam o que já é pequeno. “Mas, se for necessário, podemos utilizar artifícios móveis como, por exemplo, cortinas que podem ser abertas ou fechadas com facilidade e leveza”, sugere.

INSTALAÇÃO 

Quanto à colocação do recurso nos ambientes, a arquiteta diz que cada tipo é instalado de uma maneira, de acordo com o seu modelo e material com que é produzido. “Mas é necessário uma mão de obra especializada. No caso das portas de correr, um marceneiro, no do cobogó, um pedreiro”, conta Nara.

Paredes de vidro ajudam a dar leveza nos espaços e facilitam o uso da luminosidade externa (Eduardo Almeida/RA Studio)
Paredes de vidro ajudam a dar leveza nos espaços e facilitam o uso da luminosidade externa

Filipe Bastos diz que, para quem optar pelo cobogó – elemento vazado que pode ser fabricado em cimento, argila, vidro, cerâmica, entre outros –, a instalação é simples, utilizando argamassa. “Já os painéis podem ser estruturados no piso ou no teto, podendo estar apoiados em trilhos, se forem móveis. As cortinas, também instaladas em trilhos, podem contar com automação para abrirem e fecharem ao comando do ipad. Biombos são muito utilizados pela praticidade de não necessitarem instalação”, explica o designer de interiores.

Os locais onde as peças podem ser encontradas é tão variado quanto os materiais utilizados para fazer a divisão dos ambientes. “Encontramos opções em lojas de construção, com custos razoáveis, e também muito sofisticadas em lojas especializadas. Também há alternativas já prontas, com medidas padronizadas, ou feitas por encomenda para personalizar o espaço”, indica o designer de interiores Filipe Bastos.

Paredes de vidro, divisórias, portas de correr, cortinas, biombos, telas decorativas e cobogós são só alguns exemplos de recursos disponíveis, que são encontrados em lugares distintos, segundo a arquiteta Nara Cunha. Quanto às características de cada alternativa, cada um tem sua maneira mais apropriada de ser utilizada. “O cobogó é ideal para quem tem a intenção de manter a privacidade sem comprometer na iluminação. Eles também permitem a quebra da incidência solar sem comprometer a ventilação. Já os biombos são práticos e versáteis, facilmente movidos de um lado para outro criando espaços com privacidades somente quando necessário.”

Para saber qual das opções é mais vantajosa, tudo vai depender do espaço disponível, o que se pretende nele e o que se pode ou está disposto a gastar na divisão do ambiente. “Um elemento pode evitar os inconvenientes de uma obra, mas, por outro lado, pode ter um custo mais elevado. Ou pode ter uma instalação rápida, mas não prover um isolamento acústico adequado. Tudo deve ser estudado com cautela e escolhido de acordo com a necessidade do espaço”, conta Filipe Bastos.

Escolhendo-se da maneira correta, as divisórias deixam os espaços mais aconchegantes e acolhedores, como avalia a arquiteta Maluh Amorim. “A meu ver, enriquecem os ambientes com um tipo de material diferente. Mas a principal desvantagem é que, muitas vezes, se não são bem usadas, acabam poluindo visualmente o espaço, pois seria mais um elemento, um intruso, eu diria, colocado naquele lugar.” Para quem gosta de seguir tendências, uma das indicações de Maluh é o uso do cobogó, que está em alta. “Elementos vazados estão sendo super valorizados para serem usados como divisórias de ambientes. A Hunter Douglas mesmo lançou recentemente o 3Form (Translucent Materials) – Parametre, uma novidade em divisórias de ambientes”, aponta.

EM ALTA 

Bastos confirma que os cobogós estão sendo bastante usados nos projetos. “Criado em Recife nos anos 1920 por três engenheiros, voltou com tudo. Peças de cimento, como as originais, ou repaginadas em vidro, louça, acrílico, têm diferentes formas e cores. Dividem o ambiente, permitindo passagem de luz e ventilação”, explica. Além do cobogó, Nara Cunha diz que, de maneira geral, as tramas estão na moda. “Biombos com todo tipo de textura estão em alta, conferindo ao ambiente personalidade. Mas, o importante quando for fazer a escolha é saber qual a real necessidade do espaço. Isso faz toda a diferença no resultado, pois cada uma delas é utilizada de uma maneira”, reforça a arquiteta.

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Da economia à sofisticaçãoAssim como em outras composições, o ideal é que o ambiente seja aconchegante, prático, funcional e, ao mesmo tempo, barato. Para isso, basta escolher a peça ideal dentre tantas existentes no mercado. “Como são muitas as possibilidades de uso para se delimitar, dividir ou até mesmo esconder o que não se quer deixar totalmente à mostra, o custo vai variar de acordo com as peças escolhidas. Uma cortina pode deixar o ambiente aconchegante, prático, versátil e tem o custo baixo”, afirma Nara Cunha.

Filipe Bastos também ressalta a importância de observar bem os materiais a serem utilizados a fim de conjugar todas essas características, gastando menos. “O mercado apresenta opções diversas de produtos com grande variação de preço. É muito importante observar a qualidade do material, a durabilidade e a garantia que a empresa oferece. Muitas vezes barato não é o melhor preço, mas o equilíbrio entre qualidade e custo”, analisa.

“O importante é saber qual a real necessidade do espaço. Isso faz toda a diferença no resultado” – Nara Cunha, arquiteta

Isso levando-se em conta as necessidades que precisam ser observadas, como reitera Bastos. “Se há necessidade de tratamento acústico e térmico, a durabilidade do material em relação ao ambiente em que está sendo instalado, a facilidade de manutenção e se harmoniza esteticamente com o restante do ambiente.”

Para compor esse tipo de ambiente, os objetos mais usados são a madeira, o vidro e a cerâmica, como diz Maluh Amorim. “Com certeza, existem materiais que definitivamente não combinam um com o outro, eles brigam e acabam poluindo o ambiente. Assim, temos de fazer uma boa escolha visando um equilíbrio estético e funcional, adequado para aquele ambiente específico que estamos trabalhando. Fazer estudo de cor, forma e funcionalidade”, detalha.

CRITÉRIO 

A fim de que essa composição atenda às necessidades e desejos dos moradores e seja acessível financeiramente, Maluh acredita que é preciso fazer uma triagem no que existe no mercado. “E, de acordo com o gosto do cliente, tentar fazer o melhor em termos de bom gosto e qualidade, escolhendo dentro da realidade dele o que vai atender aquele espaço que está sendo trabalhado.”

Divisão de ambientes não precisa necessariamente ser feita com paredes. Uso de portas de correr, biombos e telas decorativas são algumas das opções disponíveis no mercado para compor divisórias, que estão cada vez mais modernas, inusitadas e criativas - (Eduardo Almeida/RA Studio) - undefined
Por isso, além da execução de um projeto adequado à necessidade de cada cliente, ela diz que a escolha de um profissional qualificado para a execução da divisória, seja ela de madeira, vidro, cerâmico (cobogó), entre outros, é fundamental. “Porque, caso ele não execute bem, pode acabar comprometendo a estética do ambiente e levar à insatisfação do cliente. Tem-se que saber fazer o preparo do local, antes de receber essa divisória, pois, se arrumar o espaço e isolar tudo que for necessário primeiro, não terá problemas em estragar ou danificar nada do ambiente”, diz Maluh.

Divisórias de vidros são muito usadas em casas e escritórios, segundo Héber Jerônimo Vervloet Dutra, da Klaas Vidros e Serviços (Eduardo Almeida/RA Studio)
Divisórias de vidros são muito usadas em casas e escritórios, segundo Héber Jerônimo Vervloet Dutra, da Klaas Vidros e Serviços

 

Uma das alternativas mais usadas quando o assunto é divisão de espaços é o vidro. Em diversas opções, graças à tecnologia de ponta empregada em sua fabricação, podem ser usados até mesmo em ambientes que necessitam de privacidade. Por isso, o material é bem-vindo em todos os espaços, como afirma o diretor da Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Abravidro) e gestor da Klaas Vidros e Serviços, Héber Jerônimo Vervloet Dutra. “Inclusive naqueles em que haja risco de quebras. Atualmente, vendemos vidros, inclusive, para fornos de siderurgia. Acidentes ocorrem quando o material é usado erroneamente”, informa. Tomado esse cuidado, o especialista aponta como tendência o uso do vidro energizado, que consegue armazenar energia térmica. “Além dele, o insulado, ou duplo, que conta com uma persiana interna, e os impressos, que têm desenhos”.

Divisão de ambientes não precisa necessariamente ser feita com paredes. Uso de portas de correr, biombos e telas decorativas são algumas das opções disponíveis no mercado para compor divisórias, que estão cada vez mais modernas, inusitadas e criativas - (Eduardo Almeida/RA Studio) - undefined
ATENÇÃO À OBRA
Confira dicas de profissionais para ter sucesso na escolha e uso das divisórias

» Procure profissionais qualificados para auxiliar na execução do projeto e tirar dúvidas
» Pesquise, faça orçamentos e discuta ideias
» Fique atento ao conjunto, uma vez que cada elemento que compõe o ambiente tem o seu papel, mas todos precisam conversar entre si. A iluminação, o piso, a pintura usada na parede, tudo, se não for bem escolhido, leva a um resultado ruim
» É preciso fazer o preparo do local antes de receber a divisória. É essencial arrumar o espaço e isolar tudo o que for necessário primeiro para não estragar ou danificar nada do ambiente
» Atenção à qualidade do acabamento, pois isso também pode comprometer as peças
» Invista no elemento adequado o ambiente. Todos os tipos de divisória têm seu uso correto
Fonte: Estado de Minas