Arquitetos desenvolvem projetos à prova de desastres naturais

A recente passagem do ciclone Sandy pela costa leste dos EUA trouxe à tona discussões sobre a necessidade de uma arquitetura voltada para as mudanças climáticas.

Mas a discussão não é recente. Em Nova Orleans, por exemplo, a ONG Make It Right, de Brad Pitt recurtou arquitetos renomados – entre eles, o americano-canadense Frank Gehry– para elaborar casas à prova de alagamentos, após a devastação causada pelo furação Katrina em 2005.

Antes do ciclone Sandy, há dois anos, o MoMA (Museum of Modern Art) já havia recrutado profissionais para desenvolver propostas que controlassem o aumento dos níveis do mar na ilha de Manhattan, por meio da inclusão de barreiras.

Os projetos assinados pelas firmas Architecture Research Office, LTL Architects, nArchitects, Matthew Baird Architects e SCAPE foram apresentados em exposição, mas até hoje não conseguiram sair do papel.

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Edifícios com fachada orgânica modular é a proposta do arquiteto belga Vincent Callebaut para urbanização do Haiti. A intenção é que as varandas verdes sejam uma fonte de alimentos para os moradores locais, principalmente, em caso de catástrofes naturais.

Casas flutuantes já são realidade em países que sofrem com inundações. Os arquitetos holandeses, da WaterStudio, propõem agora a construção do primeiro edifício aquático. O projeto, que recebeu o nome de Citadel, terá 60 unidades e será implementado na cidade Westland, na Holanda.

Uma cidade sobre o oceano é o projeto do escritório Tangram 3DS e do arquiteto americano E. Kevin Schopfer para a reformulação do Haiti. A Harvest City é um complexo autosuficiente: com captação de energia solar, horta particular e estrutura à prova de intempéries.

O hotel da firma russa Remistudio resiste a mudança das marés, tsunamis e produz , em seu interior, seus próprios vegetais.

Desenvolvido como um abrigo seguro para um furação, o New Orleans Arcology Habitat acomoda 40 mil pessoas e possui em seu interior uma escola e um hospital. Projeto do arquiteto americano E. Kevin Schopfer.

As pequenas casas desenhadas pelo escritório japonês Barier são extremamente resistentes, devido ao seu formato circular: sobrevivem a terremotos e tsunamis.

A cidade subaquática do arquiteto belga Vincent Callebaut foi criada pensando em um futuro apocalíptico. O complexo tem capacidade para 50 mil pessoas e produz os seus próprios recursos energéticos e alimentícios.

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FONTE: Folha de São Paulo

A maior fonte luminosa do mundo

Em Dubai, jatos chegam a 73 m de altura

 

  (Foto: Divulgação)

Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, é uma cidade inteiramente planejada, onde, em meio ao clima seco do deserto, é possível esquiar a temperaturas abaixo de zero. Em rápido desenvolvimento, ali a construção prospera: o arranha-céu mais alto do mundo e a maior fonte luminosa do planeta, que leva 83 mil litros de água, compartilham a região.

Entre o altíssimo edifício Burj Khalifa e o Dubai Mall, fica o Burj Khalifa Lake, em que a impressionante dança das águas chama a atenção de todos. A fonte foi construída pela Wet Design, responsável também pela fonte do famoso hotel Bellagio, em Las Vegas. Iluminados por 6.600 luzes e 25 projetores coloridos, os jatos de água normalmente chegam a 73 metros de altura – tudo ao som dos mais variados estilos musicais. Ouve-se de Andrea Bocelli ao top hit do mundo árabe numa visita ao local.

Impressionante, mas não é tudo o que a fonte pode fazer. Existem duas regulagens: os jatossuper, já citados, e os jatos extreme, que atingem 128 metros de altura. Contudo, o segundo modo foi usado apenas uma vez, na cerimônia de inauguração da obra, pois demanda muita energia.

  (Foto: Divulgação)

 

  (Foto: Divulgação)

 

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  (Foto: Divulgação)

 

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  (Foto: Divulgação)

 

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Fonte: Casa Vogue